Mais de 600 mil pessoas inscritas no CADÚnico no DF.
Assistência social deve libertar, não aprisionar.
Não é sobre manter pessoas no cadastro. É sobre tirar pessoas da vulnerabilidade.
Mais de 600 mil pessoas inscritas no CADÚnico no DF.
Bilhões investidos.
Pouca mobilidade real.
Brasília merece política social com saída planejada.
O modelo atual administra vulnerabilidade.
Não supera vulnerabilidade.
Benefício entra. A renda própria não chega.
Famílias permanecem anos no cadastro. Sem plano individual. Sem meta pública de saída.
Isso gera dois efeitos silenciosos:
• Dependência prolongada
• Frustração social crescente
Assistência precisa proteger. Mas também precisa libertar.
Do benefício permanente para a autonomia estruturada.
Cada família inscrita no CADÚnico terá uma trajetória clara de evolução socioeconômica.
Transferência de renda conectada a capacitação real, emprego ou empreendedorismo assistido.
ONGs e parceiros só recebem integralmente se entregarem reinserção produtiva comprovada.
Painel público com entradas, permanência média, saídas para renda própria e evolução mensal.
Entradas no cadastro
Tempo médio de permanência
Saídas para renda própria
Indicadores mensais de evolução
Até o final do mandato:
Reduzir em 30% a dependência prolongada no CADÚnico
Garantir plano individual para 100% dos beneficiários
Inserir pelo menos 25% em trajetória produtiva em até 24 meses
Publicação mensal de indicadores abertos
Meta pública gera cobrança. Cobrança gera eficiência.
Não é corte de benefício. É aumento de expectativa.
Não é redução do Estado. É aumento de eficiência.
Não é discurso ideológico. É gestão com métrica.
O Estado deve ser ponte. Não moradia permanente.
Participar é exigir política que funcione.
Assistência que transforma.
Transparência que dá confiança.
Começo
Meio
Saída
Se você acredita que dignidade é autonomia, essa proposta é para você.